Programa de Desenvolvimento da Alimentação, Confeitaria e Panificação
Home Quem Somos Projetos Contato
Indicadores Publicações Técnicas Notícias Eventos
Consumidor planeja gastar mais na Black Friday
NOTÍCIAS VOLTAR
Consumidor planeja gastar mais na Black Friday
Consumidor planeja gastar mais na Black Friday - Jornal O Popular Veja mais em: https://www.opopular.com.br/editorias/economia/consumidor-planeja-gastar-mais-na-black-friday-1.1394533
por Estado de São Paulo
20/11/2017

Quase 70% dos consumidores pretendem ir às compras na Black Friday deste ano, marcada para a última sexta-feira do mês. Além da intenção de compra ser elevada para uma economia que está saindo da recessão, a pretensão de gasto com a aquisição de produtos em promoção, especialmente eletrônicos, também chama a atenção. Neste ano, a intenção de desembolso é, em média, de R$ 713, aponta uma pesquisa nacional da consultoria GFK, em parceria com a Vivo ADS.

"Esses resultados dão uma pista de que a Black Friday vai ser muito boa", afirma Gisela Pougy, diretora de Negócio da consultoria. Em relação ao gasto médio do ano anterior, o aumento é de quase 10%. A comparação considera o valor médio das compras online apurado em 2016 pelo Ebit, empresa que acompanha o comércio eletrônico, já que é primeira pesquisa desse tipo da GFK.

Magazines especializados em eletroeletrônicos, como Lojas Cem e Ricardo Eletro, esperam crescimento de vendas na faixa de 20% em relação à data de 2016. Na rede de hipermercados Extra, do grupo GPA, a expectativa é de aumento de dois dígitos nas vendas de eletrônicos, aparelhos de vídeo e telefonia, segundo o diretor comercial, Renato Giarola.

O otimismo do varejo e da indústria para a Black Friday numa economia com cerca de 12 milhões de desempregados se baseia nos trabalhadores que continuam trabalhando formalmente, que somam 48,1 milhões. "Com a crise, quem continuou empregado nos três últimos anos tinha a cabeça de desempregado", observa Giovanni Marins Cardoso, sócio-fundador da Mondial, fabricante de eletroportáteis. Agora, diz, com o recuo das demissões e algumas empresas voltando a contratar, os brasileiros que estão empregados ficaram mais seguros para gastar. "A retomada está baseada diretamente nisso."

A categoria de eletrônicos é a campeã das intenções de consumo na Black Friday, com 68% das declarações, aponta a pesquisa. Segundo Gisela, a alta intenção de consumo é racional e orientada para preço. Mais da metade (58%) dos entrevistados disse que pretende comprar o que precisa pagando menos e 21% informaram que querem antecipar a compra de Natal.

Natal. O foco nos descontos está provocando a antecipação das vendas de Natal. Nos produtos mais caros, como eletrônicos, eletrodomésticos, celulares e itens de informática, as vendas da Black Friday já ultrapassaram as do Natal, indicam dados do comércio online e lojas físicas monitorados pela GFK, que representam 80% do varejo.

Gisela diz que, em 2016, pela primeira vez a venda da Black Friday passou a do Natal para esses produtos. Considerando o faturamento desses itens no trimestre novembro e dezembro de 2016 e janeiro de 2017, de R$ 28,7 bilhões, a data respondeu por 38%, o Natal por 29% e os saldões de janeiro por 33%.

"Antes a grande venda do varejo ocorria entre 20 e 24 de dezembro. Hoje a explosão é nos três dias da Black Friday", afirma Ricardo Nunes, presidente da rede Ricardo Eletro.

José Domingos Alves, supervisor-geral da Lojas Cem, conta que, quando não havia Black Friday, as vendas de dezembro eram 70% maiores que as de mês normal - essa taxa caiu pela metade. Luiz Henrique Vendramini, diretor comercial da Casas Bahia, diz que há empate no volume de vendas de novembro e dezembro na sua empresa.
Essa mudança vem preocupando os lojistas, que tentaram mudar a Black Friday para setembro, mas não deu certo. A estratégia tem sido usada por várias redes varejistas que, desde o início do mês, têm antecipado para alguns produtos as vendas da data promocional.

"Antecipar a compra de Natal na Black Friday é bom para o consumidor, mas não é para os varejistas", diz o presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), Eduardo Terra. Segundo ele, para varejista, é melhor vender no Natal com o preço cheio, margem melhor e sem ter de arcar com aumento de despesas por causa da concentração de vendas no período da Black Friday. Para enfrentar a concorrência, as lojas têm de achatar as margens - e a maior contribuição, diz, vem do varejo, não da indústria. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 
 
 
CLIPPING DAPANIFICAÇÃO
BRASILEIRA
Acompanhe semanalmente o compilado de notícias sobre o setor de panificação e confeitaria
NEWSLETTER PANIFICAÇÃO EM REDE
Acompanhe as últimas novidades do convênio ABIP/ITPC/SEBRAE
 
 
CONTATO
ESCRITÓRIO CENTRAL BELO HORIZONTE
Rua Espírito santo, 1204 - 10º andar - centro 30160-031 - Belo Horizonte/MG
(31)2101-9999
propan@propan.com.br
RECEBA NOSSA NEWSLETTER
 ASSINE